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CAO ATIRADO DO 8ºANDAR!!!!
Morte de cão chega ao Ministério Público: animal terá sido atirado de um oitavo andar por estudantes embriagados
Diário As Beiras, 22 de Abril de 2003, Patrícia Almeida



A história é tão macabra quanto misteriosa. Há cerca de uma semana, um pastor alemão terá sido atirado de um oitavo andar, acabando por cair em cima de um carro. Ao que se presume, o acto terá sido praticado por um grupo de estudantes embriagados, que no dia seguinte deixaram o edifício sem deixar rastro.


Já todos os moradores do prédio número 443 na Avenida Elísio de Moura ouviram falar do assunto, mas ninguém quer dar a cara para explicar mais pormenores. A única certeza é que, de facto, houve um pastor alemão que terá sido atirado de um oitavo andar, numa altura de mais de 15 metros, contra um carro que estava estacionado na zona reservada ao condóminos. As entidades policias deslocaram-se ao local e o animal viria a ser abatido. Tudo terá acontecido na manhã de segunda-feira, dia 14 de Abril. Ouviu-se um enorme estrondo e apenas se sabe que "houve um acontecimento grotesco e com contornos maquiavélicos", disse ao DIÁRIO AS BEIRAS, uma moradora do prédio. Um pastor alemão, que costumava andar naquela zona e não tinha dono, apareceu quase morto em cima de um carro. "Sabe-se que caiu do oitavo andar e, a avaliar pela altura da varanda, de certeza que não se atirou sozinho".


Ao que o DIÁRIO AS BEIRAS apurou junto da única pessoa que presenciou tudo mas que não quis ser identificada, o caso vai ser remetido ao Ministério Público. "Quero que isto seja levado até às últimas consequências para que as devidas pessoas sejam identificadas", adiantou.


A mesma fonte garante que os autores do crime seriam "alguns estudantes" que nem sequer morariam no prédio e que "no dia seguinte fizeram mudanças e deixaram o edifício".


As entidades policiais estiveram no local e tomaram conta da ocorrência. Também um médico veterinário foi chamado para prestar cuidados ao animal, mas este viria a ser abatido devido à gravidade dos ferimentos.



Segundo informações veiculadas pelos vizinhos a Raquel Silva, gerente de um estabelecimento comercial junto ao prédio em questão, "houve um grupo de estudantes que jogaram o cão e que depois disseram à polícia que ele tinha saltado sozinho. Foi de manhã cedo e o animal ficou praticamente morto. As pessoas agora estão a tentar abafar o caso, porque se calhar têm medo das repercussões que isto pode ter", referiu.


"Os responsáveis por este acontecimento não tiveram noção do que fizeram. Foi um acto sem dó nem piedade", sustentou.


Homem Mantinha Ilegalmente em Cativeiro Mais de Cem Animais
Público, 10 de Abril de 2003



As Brigadas Verdes da GNR de Setúbal apreenderam, na segunda-feira, mais de uma centena de animais mantidos ilegalmente em cativeiro numa propriedade situada no Faralhão, junto do Estuário do Sado, revelou ontem fonte da corporação.



Entre os espécimes contavam-se três furões, dois texugos e 106 pássaros de diferentes espécies, algumas delas abrangidas pela Convenção sobre a Vida Selvagem e os Habitats Naturais na Europa, e outros pertencentes a espécies cinegéticas. A convenção inclui uma listagem de espécies protegidas e tem como objectivo conservar a flora e a fauna selvagens e os seus habitats naturais, sobretudo as espécies em perigo ou vulneráveis.



A operação foi desencadeada após uma primeira busca à casa por posse de armas de fogo como carabinas e caçadeiras - que afinal se provou estarem legalizadas - e silenciadores - estes últimos ilegais. Nessa altura, os militares constataram que o indivíduo tinha uma grande quantidade de animais selvagens em cativeiro. Com base nesta informação, o tribunal emitiu um mandato para libertar os animais.



De acordo com fonte da GNR, na altura da operação, o indivíduo, num acto de desespero, abriu várias gaiolas e alguns animais acabaram por fugir. Os restantes foram libertados na Arrábida ou entregues à guarda do Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Santo André, pertencente à Quercus. Segundo a associação ambientalista, aparentemente os animais estavam todos bem tratados.



Entre as várias espécies de aves encontravam-se galinhas de água, um bico-grossudo, pintassilgos, rolas, pintarroxos e pardais.



O homem que mantinha os animais em cativeiro contesta a acção da GNR e afirma que "ilegal é traficar droga, violar mulherzinhas e roubar gente pobre". "Qual é a diferença entre ter um texugo ou um cão?", interroga, inconformado com a impossibilidade de manter os animais, de quem diz gostar mais do que ninguém. Protesta ainda contra a transferência das aves para o centro de recuperação da Quercus: "Não sabem dar-lhes de comer e eles vão morrer todos à fome", suspira.



Nesta operação, iniciada às 7h00 e concluída por volta da hora de almoço, estiveram envolvidos o Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Setúbal (NIC), a equipa de Protecção da Natureza e Ambiente, mais conhecido como Brigadas Verdes da GNR e um grupo de vigilantes da Natureza da Reserva Natural do Estuário do Sado (RNES).



NAO CONSUMA BAMBU, PARA BEM DOS PANDAS...
Bambú: um alimento proibido pelo vegetarianismo ético


É sabido que o bambú é um alimento muito usado na gastronomia chinesa (à qual muitos vegetarianos recorrem) e também na vegetariana. Tanto assim é que a procura do bambú no mercado alimentar tem sido um dos factores que leva os pandas a ficarem sem o seu alimento natural e que lhes é imprescindível. Assim sendo, todos aqueles que optão pelo vegetarianismo por motivos éticos deverão eliminar da sua dieta o bambú, pois, enquanto nós, mesmo sendo integralmente vegetarianos, podemos viver perfeitamente sem o bambú, já o mesmo não se pode dizer dos pandas.



Condenado a Tres meses de Prisao por FERIR GATA
Um homem de Tarouca foi condenado a três meses de cadeia, remíveis ao pagamento de uma multa de 500 euros, por ter ferido a tiro uma gata que viria a ser abatida em consequência das lesões.



Amélia Gomes, uma defensora dos direitos dos animais e dona da "Tigreza", que faleceu com 14 anos, decidiu ontem revelar o caso por considerar a sentença judicial exemplar.

O animal foi atingido com um tiro de caçadeira, desferido por um vizinho de Amélia Gomes, sem qualquer razão aparente. A dona da "Tigreza" decidiu queixar-se do atirador, num processo que ficaria conhecido em Lamego como o "Caso da gata" e que viria a ser concluído, após algumas peripécias, com a condenação do arguido a três meses de prisão, substituídos por uma multa de 500 euros.


Hoje, um ano depois da leitura da sentença, Amélia Gomes, professora, continua a lamentar "a falta de sensibilidade das pessoas no que respeita aos direitos dos animais", quando olha para uma fotografia de um grande plano da cara da "Tigreza".


O crime foi perpetrado em Tarouca, no dia 31 de Janeiro de 1999, quando a gata estava presa por uma coleira, no quintal da dona. "De repente ouvi um tiro e temi o pior", recordou ontem Amélia Gomes, adiantando que quando chegou à rua deu com um cenário "macabro": a "Tigreza" fora atingida com um tiro no olho esquerdo e agonizava.


"Ainda hoje não compreendo quais os motivos que levaram o meu vizinho a proceder desta forma", afirma a dona do animal, que não aceita a 'justificação' dada pelo autor do disparo de que "a gata matara algumas pombas que tinha numa gaiola".


Amélia Gomes travou "uma batalha sem tréguas para sensibilizar os portugueses e a Justiça para os direitos dos animais", que começou com as dificuldades iniciais que enfrentou para arranjar um advogado.


A queixa começou por ser arquivada pelo Ministério Público, mas o Tribunal da Relação do Porto viria a dar razão ao recurso interposto por Amélia Gomes, pelo que o processo seguiu para julgamento e o agressor acabou condenado a uma pena de prisão remível a dinheiro e ao pagamento de uma indemnização e das custas judiciais.


Por ironia do destino, a "Tigreza" viria a ser abatida no dia do início do julgamento, pois o seu estado de saúde impedia-a de fazer uma vida normal.



AJUDE A ENCERRAR O MAIOR CENTRO DE EXPERIMENTAÇAO COM PRIMATAS DA EUROPA!!!
O Biomedical Primate Research Center (BPRC), situado em Rijswijk, Holanda, é o maior centro de experimentação com primatas da Europa. Este centro mantém cerca de 1500 macacos, entre os quais macacos rhesus, macacos-esquilo, chimpanzés, entre muitas outras espécies de primatas. Estes macacos são usados para pesquisas em imunologia, parasitologia, desordens neurológicas, virologia e xenotransplantação. Diariamente, estes animais são torturados supostamente em nome da ciência. E todos os resultados destas pesquisas são bastante invalidados pelo facto de que estes primatas não são da espécie humana, pelo que as conclusões são, na maior parte dos casos, muito pouco fiáveis.



Há muitos exemplos de fármacos e químicos que entraram no mercado depois de terem sido considerados seguros na experimentação com primatas e outros animais não-humanos, tendo causado efeitos secundários horríveis às pessoas que os usaram, revelando-se, afinal, altamente perigosos, embora isso não tivesse sido determinado nos testes com animais.



Todos os anos, vários milhões de euros são canalizados para a indústria da vivissecção mas, de cada um destes euros, apenas 0,3 cêntimos é canalizado para a investigação de alternativas à experimentação animal. A "velha guarda" de cientistas tenta desesperadamente agarrar-se aos seus métodos antigos e menos dispendiosos. Ao terem esta atitude, impedem o desenvolvimento da ciência e o progresso do conhecimento científico, para além de provocarem um autêntico holocausto de animais não-humanos - muitos dos quais primatas - nos biotérios e laboratórios de experimentação.



O caso do BPRC é um triste exemplo dos males científicos e éticos da experimentação animal. Este centro desenvolve testes que, para além de serem cruéis, são completamente desnecessários e inúteis. É por isso que se exige o encerramento deste inferno para as quinze centenas de primatas que agonizam nesta sinistra instituição.


Presentemente, está a ser conduzida uma campanha para encerrar o BPRC através da pressão que está a ser exercida junto do ABN AMRO, o maior banco de negócios da Holanda e que é também o banco do BPRC.



Quase todas as empresas holandesas com um volume de vendas superior a um milhão de euros tem relações comerciais com este banco. O BPRC tem uma conta no ABN AMRO, que é o banco que gere os assuntos financeiros deste centro. Esta não é, de resto, a primeira vez que o ABN AMRO investe e mantém relações comerciais com empresas cujas actividades são eticamente condenáveis. Recentemente, este banco investiu no INSYS GROUP, um grupo britânico que produz "cluster bombs" (muito usadas pelo exército norte-americano na actual guerra do Iraque, consideradas um dos tipos de bombas mais violentas e cruéis, dado que a sua utilização deixa as suas vítimas mutiladas e com queimaduras gravíssimas, sem as matar) e minas anti-tanque, entre outras. Este tipo de bombas e minas causam milhares de feridos (que ficam permanentemente inválidos) e mortos todos os anos, por todo o mundo. Em Março de 2002, até o Governo Holandês questionou este investimento por parte desta instituição bancária. Antes disto, o ABN AMRO tinha investido na construção de plantações de óleo de palma na Indonésia, o que representou a queima de grandes áreas de florestas tropicais neste país. Em resultado disto, populações indígenas, tigres, orangutangos e rinocerontes estão ameaçadas de extinção por estarem a perder o seu habitat natural.


Depois de uma campanha do "Milieudefensie" (a organização holandesa "Amigos da Terra"), o banco ABN AMRO prometeu submeter as suas actividades financeiras a critérios muito rigorosos. O ABN AMRO alega que o seu lema é "Respeitar os direitos humanos e o ambiente é parte integrante do comportamento socialmente responsável e da cidadania. Nós somos responsáveis pelos nossos actos e honestos acerca deles." É evidente que, conhecendo os investimentos deste banco, nomeadamente no centro de primatas BPRC, este lema não é muito aplicado por este banco.



Para saber como poderá ajudar a encerrar o BPRC e a acabar com o martírio dos 1500 primatas que estão aprisionados e que são torturados neste centro, nomeadamente fazendo com que o ABN AMRO cancele as suas relações comerciais com o BPRC, levando-o a uma situação financeiramente insustentável com o consequente encerramento, visite http://www.bprcmoetdicht.org.



Petição contra o consumo de carne de cão nas Filipinas


Em Novembro passado, a "It´s Their Destiny" iniciou uma campanha contra o consumo ilegal de carne de cães nas Filipinas (http://itstheirdestiny.2kat.net/phil.html). Entretanto, a Sirius Global Animal Organisation acabou de lançar uma petição a exigir que o governo das Filipinas faça cumprir a Lei Filipina de Bem-Estar Animal, de 1998, que proíbe o consumo de carne de cão.



Nas Filipinas, apesar desta lei recente, os animais são tratados praticamente tão mal como na Coreia e na China. As suas patas dianteiras são propositadamente deslocadas e presas por cordas atrás, no dorso. Por outro lado, são presas latas (latas vazias de alimentos de conserva) na boca dos cães (como se fossem açaimes) para que não se possam tentar soltar com o auxílio da boca e para que não mordam os seus agressores, ficando assim totalmente indefesos.



Por favor, assine a petição da Sirius em http://www.petitionpetition.com/cgi/petition.cgi?id=5435 para ajudar a parar este massacre cruel e ilegal. Numa altura em que o mundo atravessa um período difícil, com um conflito internacional que nos preocupa e entristece, sobretudo quando sabemos das vítimas da guerra e do sofrimento por que passam, é importante que não nos esqueçamos também dos animais, que, mesmo fora dos períodos de guerra, estão sempre sujeitos a todo o tipo de violências.



Escreva ao Presidente da Coreia do Sul a pedir o fim da tortura, morte e consumo de cães e gatos neste país
Ainda pior do que nas Filipinas e numa situação igualmente má em relação à da China, estão os cães e gatos da Coreia do Sul, onde são barbaramente torturados antes de serem mortos - morte que acontece de forma brutal - para que a sua carne seja consumida e as suas peles usadas. Usando os contactos abaixo referidos e a carta sugerida, apele ao Presidente da Coreia do Sul que faça cumprir as leis em vigor que proíbem esta situação, de modo a acabar com uma das mais horríveis violências que se cometem contra os animais.



To: President Roh Moo-hyun,

Republic of Korea Government,

Seoul,

Republic of Korea.

webmaster@president.go.kr

CC: Korea Chamber of Commerce & Industry:

04740@kccioa.kcci.or.kr



Dear President Roh,



I am writing to protest the killing and torture of dogs and cats in Korea and to request you to make every effort to remove this horror from your country. I cannot visit Korea or buy any goods made in Korea or by Korean-owned companies because of South Korea`s total failure to enact and enforce strong legislation banning the torture, killing and consumption of companion animals, specifically dogs and cats.



At present, every year, countless dogs and cats die horrible deaths at the hands of butchers who sell the meat for human consumption. The cruelty involved in killing these intelligent and beautiful animals is beyond belief. Please make every effort to dispel the health myth behind the torture and consumption of dogs and cats. People are aware that torturing and eating dogs and cats is not a long-standing tradition of Korea. It is based on superstitious lies and commercial greed.



The cruel treatment applied to these animals is against the Korea Animal Protection Law, and therefore is an illegal act. Unfortunately, your government has turned a blind eye to such cruelty by not enforcing the law. This has shown the world that the Korean Government does not care about the appalling cruelty inflicted upon these animals, and any animals for that matter. The FBI report, however, says that animal abuse is closely linked to violence against humans. Torturing and killing animals that display love, loyalty, fear and pain in such an unmistakable manner is to encourage people to disregard trust and bond and become insensitive to suffering.



We were told, according to the Ministry of Health, that the human consumption of dogs and cats was illegal. Now we learn that in 1994 the dog-meat lobby got the Ministry of Health to secretly eliminate the portion of the 1984 Food Sanitation Law that classified dog-meat as a disgusting food, not fit for human consumption. This reveals to the world that the Korean Government sides with the dog-meat industry and has no intention of listening to compassionate Koreans within your country.



I urge you to make every effort to introduce new, clearly enforceable laws that will ban the consumption of dogs and cats once and for all and enforce existing laws that prohibit cruelty to animals. I also understand that some of your politicians would like to introduce a new bill, which would include dogs which have earned their reputation as man`s best friend, as livestock production. I urge you to stop these outrageous attempts now. If this kind of law is passed in congress, Korea will bear a great burden of shame, and would become the only country in the world where dogs are legally processed as livestock.



The image of Korea will be damaged beyond redemption and its caring people will also suffer the disgrace and shame. Once dog-meat is legalised in Korea, the only image people will form about Korea is its people eating dogs. This would be tragic, because we know that Korea has the capacity to be a progressive country, with the help of the caring Koreans to whom your government flatly refuses to listen.



Dogs and cats are companion animals in many parts of the world. The practice of killing dogs causes pain to many animal lovers in your own country as well as animal lovers abroad. You must be aware that many people in Asia also look upon the practice of eating dogs in your country with horror and disgust. Please do not allow Korea`s image to be equated with the torture and killing of dogs and cats by continuously arguing that it is Korea`s tradition to eat dogs. Instead, please make genuine efforts to end the torture and killing of these beautiful animals.



I will not buy Korean goods, support Korean business, or visit Korea, until Koreans stop eating dogs and cats, nor until Koreans stop the brutal treatment of these companion animals. I will tell everyone I know, and ask that they tell everyone they know, until the entire world is boycotting Korea, Korean products and industries. I will seek out and inform Korean business investors of the atrocity happening in Korea to dogs and cats, and boycott any investor who continues to support the businesses of Korea.



Yours, very respectfully,



Nome:



Cidade, País:



E-mail:



CEDA relança Campanha de Apoio à Proposta de Introdução da Protecção dos Animais na Constituição da República Portuguesa
O CEDA - Centro de Ética e Direito dos Animais está a relançar a Proposta de Introdução da Protecção dos Animais na Constituição da República Portuguesa, um diploma legislativo que tem como objectivo lançar as bases para tornar o estatuto jurídico dos animais em Portugal consistente com o seu estatuto moral, nomeadamente através do reconhecimento jurídico-constitucional dos animaisnão-humanos sencientes como seres merecedores de respeito e de protecção legal, impondo o dever ao Estado de tomar as medidas necessárias e adequadas para garantir aos animais a protecção de todos os actos cruéis. Para saber mais sobre esta Proposta, por favor visite http://cedaonline.no.sapo.pt/Proposta_para_a_CRP.htm.



Para transmitir aos responsáveis políticos do Estado Português o seu desejo de ver esta Proposta aprovada, com a consequente introdução da protecção dos animais na Constituição da República Portuguesa, por favor use a carta-tipo abaixo sugerida e os contactos referidos. Para mais informações, contacte Miguel Moutinho (miguelmoutinho@netcabo.pt), Presidente do CEDA.



* A carta-tipo abaixo apresentada serve para todas as entidades a que precisa de se dirigir para manifestar o seu apoio à Proposta de Introdução da Protecção dos Animais na Constituição da República Portuguesa. Os seus dados pessoais (conforme indicado abaixo) devem constar na carta, para que possa ser considerada válida pelas entidades de destino. Em cada carta/e-mail para cada uma das entidades, deverá introduzir os dados do destinatário apropriado que são apresentados abaixo (os endereços postais e electrónicos de cada entidade também estão apresentados abaixo). Poderá sempre enviar o seu apelo pelos dois meios, ou seja, por carta e por e-mail.



Carta-Tipo Sugerida


(Coloque aqui o nome da entidade de destino)

Ex.:

Exm.º Senhor Dr. Jorge Sampaio,

Digníssimo Presidente da República Portuguesa:



Excelência,



Eu, abaixo-assinado, venho por este meio manifestar a V. Ex.ª o meu mais firme apoio à Proposta de Introdução da Protecção dos Animais na Constituição da República Portuguesa, por considerar que o seu teor e objectivo são merecedores da melhor aprovação. Peço a V. Ex.ª se digne declarar o seu apoio e aprovação a esta Proposta, de modo a que possa ser aprovada na Assembleia da República no âmbito da Revisão Constitucional Ordinária que está em curso, para que a Constituição da República Portuguesa passe a consagrar os animais como seres merecedores de respeito e de protecção, obrigando o Estado Português a garantir o respeito que lhes é devido e a tomar medidas sérias e eficazes para os proteger, partilhando esta obrigação com todas as pessoas.



Com a certeza de que V. Ex.ª atenderá a esta vontade que por este meio firmemente manifesto,



De V. Ex.ª,

Muito respeitosamente,



Nome completo:*



N.º do Bilhete de Identidade:



Morada completa:



E-mail:**





* Se enviar por carta ou fax, deve assinar

** Se tiver, ou se enviar por e-mail



Destinatários da Campanha e Endereços (Postais e Electrónicos)



Exm.º Senhor Dr. Jorge Sampaio,

Digníssimo Presidente da República Portuguesa

(Palácio de Belém, Praça Afonso de Albuquerque, 1300-004 Lisboa; E-mail: tem que ser enviado a partir de www.presidenciarepublica.pt)



Exm.º Senhor Dr. João Mota Amaral,

Digníssimo Presidente da Assembleia da República:

(Assembleia da República, Palácio de S. Bento, 1249-068 Lisboa; E-mail: muralha@dcarlos.parlamento.pt)



Exm.º Senhor Dr. José Manuel Durão Barroso,

Digníssimo Primeiro-Ministro de Portugal:

(Presidência do Conselho de Ministros, Rua da Imprensa à Estrela, 1200-684 Lisboa; E-mail: gpm@pm.gov.pt)



Exm.º Senhor Dr. Luís Marques Mendes,

Digníssimo Ministro dos Assuntos Parlamentares:

(Assembleia da República, Palácio de S. Bento, 1249-068 Lisboa; E-mail: gmap@map.gov.pt)



Exm.ª Senhora Dr.ª Assunção Esteves,

Digníssima Presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais:

(Assembleia da República, Palácio de S. Bento, 1249-068 Lisboa; E-mail: cacdlg@dsas.parlamento.pt)





Exm.º Senhor Dr. Álvaro Barreto,

Digníssimo Presidente da Comissão de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas:

(Assembleia da República, Palácio de S. Bento, 1249-068 Lisboa; E-mail: cadrp@dsas.parlamento.pt)



Exm.º Senhor Dr. Guilherme Silva,

Digníssimo Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata:

(Assembleia da República, Grupo Parlamentar do PSD, Palácio de S. Bento, 1249-068 Lisboa; E-mail: gsilva@psd.parlamento.pt; gp_psd@psd.parlamento.pt)



Exm.º Senhor Dr. António Costa,

Digníssimo Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista:

(Assembleia da República, Grupo Parlamentar do PS, Palácio de S. Bento, 1249-068 Lisboa; E-mail: gp_ps@ps.parlamento.pt; antoniocosta@ps.parlamento.pt)



Exm.º Senhor Dr. Telmo Correia,

Digníssimo Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Popular:

(Assembleia da República, Grupo Parlamentar do PP, Palácio de S. Bento, 1249-068 Lisboa; E-mail: gp_pp@pp.parlamento.pt)



Exm.º Senhor Dr. Bernardino Soares,

Digníssimo Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português:

(Assembleia da República, Grupo Parlamentar do PCP, Palácio de S. Bento, 1249-068 Lisboa; E-mail: gp_pcp@pcp.parlamento.pt; bs@pcp.parlamento.pt)



Exm.º Senhor Dr. Luís Fazenda,

Digníssimo Presidente do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda:

(Assembleia da República, Grupo Parlamentar do BE, Palácio de S. Bento, 1249-068 Lisboa; E-mail: blocoar@ar.parlamento.pt; luisf@ar.parlamento.pt)



Exm.ª Senhora Dr.ª Isabel Castro,

Digníssima Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes”:

(Assembleia da República, Grupo Parlamentar do PEV, Palácio de S. Bento, 1249-068 Lisboa; E-mail: gp_pev@ar.parlamento.pt; icastro@ar.parlamento.pt)



2.ª Marcha Anti-Tourada e de Defesa Animal: 18 de Julho, em Lisboa
Se acha que os animais são seres merecedores de respeito e de protecção e que todos os actos cruéis cometidos contra eles devem ser proibidos, participe na 2.ª Marcha Anti-Tourada e de Defesa Animal. Marque já na sua agenda: a 18 de Julho (6.ª feira), com início às 17h, no Parque Eduardo VII, em Lisboa, realizar-se-á a 2.ª Marcha Anti-Tourada e de Defesa Animal, um desfile entre o Parque Eduardo VII e a Praça de Touros do Campo Pequeno, no qual milhares de cidadãs e cidadãos de todo o país e de países estrangeiros manifestarão a sua justa preocupação com os animais e a maneira como são tratados, exigindo o respeito que lhes é eticamente devido e a protecção que lhes deve ser legalmente garantida. Pelos animais e por uma sociedade mais justa para com eles, não deixe de participar nesta marcha.



Para mais informações sobre a Marcha, por favor contacte o Director da ANIMAL - Lisboa, Miguel Moutinho (miguel.moutinho@animal.org.pt), responsável pela organização deste evento.


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Para mais informações, é favor contactar Miguel Moutinho (Tm: 962358183 | E-mail: miguelmoutinho@netcabo.pt)


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"Os animais são seres que, pelo conjunto das suas características físicas e psíquicas, são merecedores de consideração moral séria e justa. Devemos respeitá-los integralmente, rejeitando todas as formas de exploração, violência ou morte a que possam ser submetidos. Obrigado."


O TRATAMENTO ETICO E JURIDICO DOS ANIMAIS NAO-HUMANOS EM DEBATE NA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
O tratamento ético e jurídico dos animais não-humanos em debate na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa



Colóquio "O Estatuto Moral e Jurídico dos Animais Não-Humanos": 13 e 14 de Maio no Auditório da FDUL



O CEDA - Centro de Ética e Direito dos Animais, em parceria com a ANIMAL e com o Centro de Ética Aplicada da Sociedade Portuguesa de Filosofia, está a organizar o Colóquio "O Estatuto Moral e Jurídico dos Animais Não-Humanos", que terá lugar nos dias 13 e 14 de Maio (entre as 15h e as 18h30m) no Auditório da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.



Para considerar e avaliar os factos científicos relevantes para as questões éticas e jurídicas relativas ao tratamento e consideração que devemos destinar aos animais não-humanos, para discutir qual o estatuto moral destes, o tratamento ético que lhes devemos e de que tipo de consideração moral são eles merecedores e ainda para reflectir, de um ponto de vista jurídico, sobre qual deverá ser o estatuto legal dos animais não-humanos e que tipo de protecção jurídica lhes deve ser garantida, alguns dos mais prestigiados cientistas, filósofos e juristas portugueses reunir-se-ão neste evento académico.



Neste Colóquio, participarão Ilda Rosa (Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa), Armando Louzã (Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa), Manuel Eduardo dos Santos (Unidade de Eco-Etologia do Instituto Superior de Psicologia Aplicada), Humberto Rosa (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa), Pedro Galvão (Centro de Ética Aplicada da Sociedade Portuguesa de Filosofia), António Maria Pereira (Advogado), Pedro Paulo de Azeredo Perdigão (Advogado), Jorge Bacelar Gouveia (Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa), Fernando Borges Araújo (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa), Carlota Pizarro de Almeida (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa), Maria Luísa Duarte (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa), e Assunção Esteves (Presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais da Assembleia da República). As sessões do Colóquio serão conduzidas e moderadas por Miguel Moutinho (Centro de Ética e Direito dos Animais, Centro de Ética Aplicada da Sociedade Portuguesa de Filosofia e ANIMAL).



Neste Colóquio, estarão também presentes o Dr. Luís Frazão Gomes, Secretário de Estado Adjunto e das Pescas, em representação do Ministro da Agricultura, e o Juíz-Conselheiro Dr. Sebastião da Costa Pereira, em representação do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, entre outras personalidades de destaque.



O acesso a este Colóquio é inteiramente gratuito e não carece de qualquer tipo de inscrição. É possível consultar o programa integral do Colóquio no site do CEDA, em http://cedaonline.no.sapo.pt/Coloquio_FDUL.htm. Para qualquer informação adicional, ou mais detalhada, por favor contacte Miguel Moutinho (Tm: 962358183 | E-mail: miguelmoutinho@netcabo.pt).





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